Veja também:
Gamenow


 Jardim Colonial
Última reportagem sobre a instalação da antena de telefonia móvel no Jardim Colonial. Acompanhe um resumo do caso e ouça as respostas da prefeitura de Bauru, da Anatel e da empresa Claro.
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 Boletim da Câmara 06/10
Acompanhe as principais informações sobre a última sessão da Câmara dos Vereadores com o comentário do nosso repórter setorista Thiago Sawada.
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 Matéria Especial
Reportagem especial sobre a Úlcera de Bauru, a doença Leishmaniose. Saiba porque ela é conhecida como Úlcera de Bauru, seu surgimento, os sintomas e como se prevenir dela.
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 Projeto Social
Conheça o Projeto Caná, uma iniciativa beneficente que atua no bairro Ferradura Mirim e que atende toda a comunidade, desenvolvendo diversas atividades em prol dos moradores do bairro.
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quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Mensagem do Ouvinte 16-10

O pessoal que participa do Projeto Caná enviou uma série de depoimentos sobre a iniciativa e sobre o Fala Bairro!. Vejam:

"Olá!!!!
Achei muito legal a reportagem sobre o Projeto Caná.
Todos os funcionários, sem exceção, são muito legais, colaboram bastante com a gente, nos aconselham, conversam caso nós não estejamos muito bem. É uma Associação muito agradável, todos com força de vontade, entusiasmo.
Nos aconselham que tudo vai dar certo, para não entrar em mal caminho.
E é isso eu acho que é uma coisa muito boa para o bairro e para todos e que as portas estarão sempre aberta para quem queira visitar e ajudar."

Ana Carla Silva - 16 anos - Jardim Nova Bauru

"Só escrevo para dizer que foi um ótimo trabalho e, como moradora do bairro e aluna do Projeto Caná, me sinto mais valorizada e feliz por saber que existem pessoas que se preocupam e ocupam seu tempo desenvolvendo trabalhos espetaculáres sobre ambos.
Estão de parabéns! E muito obrigada por seus esforços e atenção."

Glaucia de Oliveira - 15 anos - Ferradura Mirim

"Ola! Não costumo escutar o Fala Bairro!, mas quero dizer que admiro o trabalho e gostei muito da reportagem sobre o Projeto Caná. Acho até que iniciativas como a dos idealizadores do projeto é que devem ser tidas como exemplo para muitas pessoas. Teh mais..."
Luan Henrique de Jesus - 18 anos - Núcleo Presidente Geisel

"Ouvi a reportagem feita sobre o Projeto Caná. Faço parte do projeto e estou feliz com a importância com que o projeto foi tratado. Espero que assim, outras pessoas façam parte, porque é muito bom fazer parte do projeto."
Lidiane P. Brito - 18 anos - Ferradura Mirim

Não preciso nem dizer que toda a equipe ficou muito emocionada com essas mensagens, né? Parabéns a todos que participam desse incrível projeto! Podem ter certeza que o Fala Bairro! vai continuar divulgando as boas iniciativas dos bairros de Bauru. Mostrar a realidade dos bairros da cidade é o nosso objetivo e projetos como o Caná são muito importantes para que a população de Bauru saiba que existem muitas coisas boas nos bairros.

domingo, 12 de outubro de 2008

Boletim da Câmara dos Vereadores 06/10

Acompanhe as informações da última seção da Câmara dos Vereadores no comentário do nosso repórter setorista Thiago Sawada.

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Leia o boletim na íntegra

Como vai ouvinte? Eu sou THIAGO SAWADA e vou apresentar para você minhas observações sobre a última seção da Câmara dos Vereadores.
No boletim da sessão da Câmara após as eleições, não vou comentar as propostas, até porque nenhuma foi apresentada pelos nossos cabisbaixos vereadores. O que irei tratar é sobre o clima de despedida antecipada que dominou o ambiente da Casa.
Infelizmente para a maioria, a previsão do vereador Antônio Garms de que pelo menos seis ou sete seriam reeleitos não se confirmou. Dos nove vereadores candidatos apenas Marcelo Borges do PSDB, Batata do PT e o Pastor Luiz do PTB vão ficar por mais um mandato.
Mesmo depois de ganhar mais uma eleição, o vereador e pastor Luiz de Jesus não apareceu na sessão para consolar os não eleitos, nem mesmo para agradecer os votos. Talvez ele seja tão grato aos eleitores que usa o tempo da reunião para ligar e agradecer cada um dos mais de dois mil e quinhentos votos que recebeu. E agradecimentos e elogios não faltaram nessa sessão onde praticamente todos discursaram.
Também ficou evidente a insatisfação com o resultado do pleito. Mas como foi dito pelo vereador do PSDB, Benedito da Silva, “a eleição é um processo complexo e cada eleição é uma lição”. Tão complexo que os vereadores não conseguiram entender como, segundo eles, a melhor Câmara que Bauru já teve não foi reeleita. Para a maioria a culpa foi da péssima administração do prefeito, e os eleitores acabaram responsabilizando injustamente os vereadores pelo trabalho não feito, já que muitas pessoas não sabem a função de um vereador. Penso diferente. Os eleitores sabem bem a função de um vereador.
Uma delas é a de fiscalizar o executivo. Então se a prefeitura faz pouco, a Câmara também é responsável, pois cabe a ela cobrar medidas do executivo. Se eles dizem que podem fazer muito pouco, por que então prometem tanto?
O episódio mais destacado da última reunião iniciou-se com a fala do vereador do democratas, José Clemente Rezende, que também é candidato à vice prefeitura. Clemente denunciou que algumas pessoas invadiram propriedades particulares para jogar bombas caseiras em máquinas industriais e também utilizaram animais empalhados para posar em fotos de preservação ambiental. O vereador teve o cuidado de não citar nomes, ainda que a lista de possíveis nomes esteja restrita ao seu adversário de segundo turno: o também vereador e candidato a prefeito Rodrigo Agostinho do PMDB.
Entre os ataques com coquetel molotov às máquinas e os ataques pessoais contra os candidatos, o que os eleitores querem mesmo saber é dos projetos de cada candidato e principalmente de onde vai sair o orçamento para efetivá-los. Só que isso não é assunto para ser tratado na Câmara.
Passadas as eleições, não existirão mais agradecimentos nem campanhas eleitorais para serem ditas na tribuna. Então o que podemos esperar é o silêncio por falta de assunto e pelo final de mandato.

Leishmaniose ou Úlcera de Bauru continua fazendo vítimas na cidade depois de um século

Reportagem especial sobre a Úlcera de Bauru, a doença Leishmaniose. Saiba porque ela é conhecida como Úlcera de Bauru, seu surgimento, os sintomas e como se prevenir dela.

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Leia a notícia na íntegra

Há quase cem anos atrás, trabalhadores que construíam a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, foram surpreendidos por uma estranha doença.
A falta de médicos na região obrigava os doentes a irem para São Paulo para tratar as enormes feridas que atacavam seus órgãos internos.
Por essa doença, que ficou conhecida como Úlcera de BAURU, a cidade ocupou lugar na mídia nacional.
Não se tinha notícia da ocorrência dessa patologia em nenhum outro lugar do Brasil.
Agora, quase um século depois, Bauru ainda continua sendo a cidade de maior incidência da doença.
Os casos da doença em humanos são focados na zona Oeste da cidade, com destaque para as regiões do Parque Jaraguá, Santa Edwirges, Independência, Ouro Verde e Vila Dutra, além da região do Bela Vista.
Só nesse ano, o número de vítimas da Úlcera de Bauru já ultrapassou os casos registrados durante o ano inteiro de dois mil e sete.
A falta de informação à população contribui para que a cidade continue liderando os casos de Úlcera de Bauru.
A equipe do FalaBairro! pesquisou sobre a doença e traz informações para que a população fique alerta.
A úlcera de Bauru é também conhecida como LEISHMANIOSE, e é transmitida pela picada do mosquito conhecido como PALHA ou BIRIGUI.
Os sintomas da pessoa contaminada são inchaço no local da picada, onde se forma uma ferida não dolorosa, que demora a fechar, e o surgimento de feridas no rosto, braços e pernas.
Nos cachorros, a LEISHMANIOSE invade os órgãos causando lesões na pele, nas articulações, e além de problemas renais, pode provocar a morte do animal.
No combate ao mosquito palha recomenda-se o uso de tela nas janelas das casas, mosquiteiros, repelentes e inseticidas.
Também se deve evitar a construção de casas perto das matas, local onde os mosquitos costumam ficar.
No mês de setembro, o funcionário público Fernando de Oliveira Leme publicou uma carta na Tribuna do Leitor do Jornal da Cidade.
Ele reclamou do serviço de saúde da prefeitura em relação à Úlcera de Bauru. Na carta, Fernando chama atenção aos cães que são sacrificados por causa da doença. Ele afirma que muitos cachorros são mortos por estarem doentes ou com suspeita de contaminação.
Muitos desses animais não costumam sair das residências, localizadas na região da avenida DUQUE DE CAXIAS, considerada nobre de Bauru.
Os moradores que têm animais portadores do parasita podem contrair a doença se forem picados pelo mosquito transmissor.

Projeto Caná promove cidadania e bem-estar social no Ferradura Mirim

Conheça o Projeto Caná, uma iniciativa beneficente desenvolvida no bairro Ferradura Mirim e que atende toda a comunidade, desenvolvendo diversas atividades em prol do desenvolvimento da comunidade.

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Leia a notícia na íntegra

Assim como a passagem bíblica na qual JESUS fez da água vinho, os integrantes do PROJETO CANÁ também acreditam na possibilidade da transformação.
Por meio de atividades que estimulam a inteligência, a sociabilidade e o apoio escolar, o projeto vem cooperando para transformar a realidade dos moradores do bairro FERRADURA MIRIM.
A iniciativa atende mais de DUZENTAS E CINQUENTA pessoas de segunda a sábado, entre crianças, jovens e adultos e conta com a colaboração de cerca de QUARENTA pessoas entre funcionários e voluntários.
O atual diretor, DOMINGO FUENTES, conta sobre a origem do projeto em MIL NOVECENTOS E OITENTA E DOIS (1982).
“O início remoto foram os grupos de catequese que existiam no Mosteiro da Imaculada, aqui ao lado, antes do Ferradura Mirim existir. Aí foram se modificando as atividades, começou a surgir o bairro, aí também aumentou o número de voluntários e aí redirecionamos nossos trabalhos mais para aquelas necessidades que nós percebíamos no bairro. Então, a orientação do trabalho foi cada vez mais sendo o que hoje é: desenvolvimento de pessoas, acompanhamento de processos grupais né, e sempre com esse foco de formação e educação e visando a transformação social.”
Atualmente, são desenvolvidas atividades de apoio escolar, aula de informática, esportes, música, dança, além de programas de geração de renda e capacitação profissional.
Um dos jovens atendidos pelo PROJETO CANÁ, relata a importância de ações como essa no auxílio às crianças e jovens do bairro.
“ Eu sou o Mateus. Eu moro aqui no Ferradura Mirim. Faz nove meses que eu freqüento aqui o Projeto Caná e aqui é muito bom de freqüentar porque só ficar aí no mundão não dá certo. Drogas, essas coisas assim, não rola. Porque as pessoas que ficam mais na rua se envolvem mais com pessoas que usam drogas, vende drogas, essas coisas e o projeto evita e mais pra frente pode melhorar cada vez mais sua vida.”
Quem também coopera com o projeto, dando aulas de basquete, é o técnico GUERRINHA, do GRSA/ BAURU, que fala da importância do esporte na transformação social.
“ Ela é física, ela é mental, ela é social. Ela abrange todas as áreas em inúmeras circunstâncias né. No caso do basketball são cinco contra cinco, você vai “ta” com uma bola só, vai ter que dividir espaço, te ajudar nos momentos difíceis do jogo, em momentos bons comemorar as conquistas. Então, eu acho que o esporte tem “N” situações para você poder ajudar na educação, na formação de uma criança, de um adolescente.”
O PROJETO CANÁ é uma iniciativa da COMPANHIA DE MARIA e da ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA CANÁ e conta com o apoio das secretarias da Educação, da Cultura e do Bem Estar Social de BAURU.
Também cooperam com a iniciativa por meio de projetos de extensão, a Universidade Estadual Paulista, a UNESP, e a Universidade de São Paulo, a USP, além delas o projeto tem o apoio de empresas privadas.
O PROJETO CANÁ fica na quadra QUATRO da Rua PAULO KINOSHITA, no PARQUE PAULISTA, Os interessados em conhecer ou ajudar o projeto podem ligar para o número TRÊS DOIS ZERO TRÊS – CINCO DOIS QUATRO UM (3203-5241).

Antena da Claro não representa perigo ao Jardim Colonial segundo Prefeitura e Anatel

Última reportagem sobre a instalação da antena de telefonia móvel no Jardim Colonial. Acompanhe um resumo do caso e ouça as respostas da prefeitura de Bauru, da Anatel e da empresa Claro.

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Leia a notícia na íntegra

Último capítulo sobre o problema do bairro Jardim Colonial.
Nas duas edições passadas mostramos a indignação dos moradores desse bairro com a instalação de uma antena da operadora Claro. Hoje trazemos uma conclusão do problema. Esta antena está sendo construída na rua Fioravante Pissuto, a menos de cinqüenta metros das casas e sem nenhum aviso para os moradores.
Assim que a população do bairro se deu conta do problema, entraram com uma ação no Ministério da Justiça, que ainda não retornou.
O medo dos moradores é em cima dos mais diversos motivos. Eles alegam que a antena pode emitir uma radiação prejudicial para as pessoas. Outro motivo é o perigo de acontecer algo que coloque em risco as casas ao redor da antena, como a queda da torre.
Procuramos a Prefeitura para dar uma posição sobre o caso e a assessoria de imprensa respondeu que o que diz respeito à responsabilidade da prefeitura, a obra está dentro da Lei municipal número cinco mil e quinhentos e sessenta e dois.
Publicada em vinte e seis de março deste ano, esta lei regulariza a instalação e manutenção de torres, postes, equipamentos transmissores e antenas de telefone.
Segundo a Lei, para ser instalada uma antena, a empresa necessita fazer uma solicitação para a Secretaria de Planejamento que avalia o projeto e aprova, caso tudo esteja regulamentado.
Um dos principais pontos da Lei é quanto a segurança do local de instalação. É obrigatório que tenha um sistema contra raios e entrada de pessoas não autorizadas. Além disso, a lei propõe que a antena esteja a mesma distância da sua altura, no mínimo. Caso haja irregularidades na construção, a empresa pode pagar até vinte mil reais de multa.
A prefeitura garante que a empresa Claro cumpriu com todos os pontos da Lei. Também de acordo com a lei, a fiscalização deve ser feita pela Agência Nacional de Telecomunicações, a Anatel. Entramos em contato com a Assessoria da Anatel que afirmou a segurança da antena no que diz respeito à radiação, um dos medos dos moradores. Segundo a empresa, eles são responsáveis pela fiscalização da parte técnica da obra e a prefeitura da parte estrutural. E confirma que não há perigos para a população.
Da parte da Claro, a empresa declarou que não há nenhuma irregularidade com a instalação da antena e que a licitação atende a todos as normas estabelecidas pela Prefeitura de Bauru e pela Anatel.
A assessoria ainda fez questão de afirmar que a antena tem a finalidade de proporcionar a melhoria da cobertura de rede da área.
Como verificamos com as partes envolvidas no problema: Claro, Anatel e Prefeitura de Bauru, não há motivo para preocupação dos moradores do bairro Jardim Colonial. Todos podem ficar tranqüilos quanto a segurança da antena instalada no local, que atende aos requisitos necessários e obrigatórios para a obra.